<rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"><channel><title>psivalconsulting</title><description>psivalconsulting</description><link>https://www.psivalconsulting.com/blog-da-que-pensar</link><item><title>Gostaria que pensasse nas seguintes questões acerca do seu trabalho.</title><description><![CDATA[Sente-se profissionalmente desmotivado? Tem dificuldade em definir objetivos ? Não sabe como agir perante um conflito no seu contexto de trabalho? Necessita de aprender a dizer não de forma assertiva? Tem dificuldades em tomar decisões? Sente medo da mudança? Não sabe como definir as suas prioridades? Sente dificuldades em gerir uma reunião de trabalho? Precisa de reabilitar a sua auto-confiança? Sente dificuldades em delegar? Vai ter que fazer uma apresentação e tem dúvidas sobre o<img src="http://static.wixstatic.com/media/b2e2c2_af3284ad63e8459c9e843bd29015facb%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_470/b2e2c2_af3284ad63e8459c9e843bd29015facb%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Dr. Rui Amorim - Psicólogo Clínico - Pós-graduado em Psicologia Forense -  Pós- graduado em Psicoterapia Cognitivo - Comportamental</dc:creator><link>https://www.psivalconsulting.com/single-post/Psicologia-nas-empresas</link><guid>https://www.psivalconsulting.com/single-post/Psicologia-nas-empresas</guid><pubDate>Fri, 19 Apr 2019 11:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Sente-se profissionalmente desmotivado?Tem dificuldade em definir objetivos ?Não sabe como agir perante um conflito no seu contexto de trabalho?Necessita de aprender a dizer não de forma assertiva?Tem dificuldades em tomar decisões?Sente medo da mudança?Não sabe como definir as suas prioridades?Sente dificuldades em gerir uma reunião de trabalho?Precisa de reabilitar a sua auto-confiança?Sente dificuldades em delegar?Vai ter que fazer uma apresentação e tem dúvidas sobre o comportamento a adotar?</div><div>Sabia que, estas perguntas remetem para problemas ou situações que podem ser trabalhadas no contexto de uma consulta na área de Desenvolvimento Pessoal/Profissional?</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/b2e2c2_af3284ad63e8459c9e843bd29015facb~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>O seu pensamento é positivo?</title><description><![CDATA[A maneira como cada pessoa percepciona a realidade afeta profundamente a forma como conduz a sua vida. A isto chamamos mindset.O mindset pode ser definido como a soma de todo o conhecimento, incluindo crenças e pensamentos ou ideias acerca do mundo e de si próprio. É o filtro para toda a informação que chega até nós, e que posteriormente projetamos para o exterior. Neste propósito, existem diferenças entre as pessoas com características pessimistas e as optimistas.Vejamos primeiro as dos<img src="http://static.wixstatic.com/media/b2e2c2_cb700120564945cb80574485af314b2a%7Emv2.jpg/v1/fill/w_131%2Ch_160/b2e2c2_cb700120564945cb80574485af314b2a%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Dr. Rui Amorim - Psicólogo Clínico - Pós-graduado em Psicologia Forense -  Pós- graduado em Psicoterapia Cognitivo - Comportamental</dc:creator><link>https://www.psivalconsulting.com/single-post/2018/09/04/O-seu-pensamento-%C3%A9-positivo</link><guid>https://www.psivalconsulting.com/single-post/2018/09/04/O-seu-pensamento-%C3%A9-positivo</guid><pubDate>Tue, 04 Sep 2018 10:34:16 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>A maneira como cada pessoa percepciona a realidade afeta profundamente a forma como conduz a sua vida. A isto chamamos mindset.</div><div>O mindset pode ser definido como a soma de todo o conhecimento, incluindo crenças e pensamentos ou ideias acerca do mundo e de si próprio. É o filtro para toda a informação que chega até nós, e que posteriormente projetamos para o exterior. </div><div>Neste propósito, existem diferenças entre as pessoas com características pessimistas e as optimistas.</div><div>Vejamos primeiro as dos pessimistas:</div><div>- São críticos;</div><div>- Vêem constantemente erros ou perigos à sua volta;</div><div>- Não fazem elogios nem mencionam as coisas positivas;</div><div>- Falam daquilo que não gostam;</div><div>- Não vêem coisas agradáveis à sua volta;</div><div>- Não estão felizes consigo próprias;</div><div>- Atribuem os problemas à sua má sorte ou ao destino e estão muito tempo preocupados.</div><div>Por outro lado os optimistas, apresentam características mais saudáveis, tais como:</div><div>- Encontram mais facilmente as vantagens e oportunidades que o meio lhe oferece;</div><div>- Reconhecem o mérito e gostam de elogiar os outros;</div><div>- Falam do que acham ser mais agradável;</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/b2e2c2_cb700120564945cb80574485af314b2a~mv2.jpg"/><div>- São mais confiantes e estão mais felizes consigo próprios e com o ambiente à sua volta;</div><div>- Pensam na capacidade de resolver os problemas e ou como os evitar.</div><div>Cada pessoa pode mudar o seu mindset fixo, para aquilo que chamamos mindset de crescimento.Mas mudar é fácil ou difícil ?</div><div>Parece que mudar ou lidar com a mudança é simples, mas na prática clínica vemos que é difícil. Liderar a mudança, é um processo continuo que precisa de ser suportado através da forma como pensamos, agimos e estamos abertos a lidar com o que nos rodeia e que muitas vezes não controlamos. O compromisso que sustenta a mudança, é o compromisso com o crescimento, com o que nos traz felicidade e bem-estar; demora o seu tempo, requer esforço e suporte. </div><div>4 DE SETEMBRO</div><div>DIA NACIONAL DO PSICÓLOGO</div><div>OBRIGADO PELA RELAÇÃO DE CONFIANÇA</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/b2e2c2_f0001e57e881434b89e620159d02f8f6~mv2.png"/><div>www.psivalconsulting.com</div><div> Dr. Rui Amorim</div><div>Ordem Psicólogos nº 475</div><div> Telm. 969 271 596</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Agora que está de férias, aumentam os conflitos com as crianças lá em casa?</title><description><![CDATA[Se a sua resposta é sim, bem... se calhar está na altura de pensar nas seguintes questões:- Sabe comunicar eficazmente com os seus filhos?- Consegue atribuir-lhes tarefas e responsabilidades em função das idades, e eles cumprem?- Tem uma relação pedagógica eficiente? - Sabe gerir os conflitos e conhece as devidas estratégias para os responsabilizar?- Enquanto casal e no papel de pais, estão de acordo quanto à forma de educar, ou muitas vezes "andam à turra e à massa"? - Reconhecem a importância<img src="http://static.wixstatic.com/media/b2e2c2_13e4d54f32d841f486576dbe9cc38601%7Emv2.jpg/v1/fill/w_600%2Ch_292/b2e2c2_13e4d54f32d841f486576dbe9cc38601%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.psivalconsulting.com/single-post/2018/08/24/Agora-que-est%C3%A1-de-f%C3%A9rias-aumentam-os-conflitos-com-as-crian%C3%A7as-l%C3%A1-em-casa</link><guid>https://www.psivalconsulting.com/single-post/2018/08/24/Agora-que-est%C3%A1-de-f%C3%A9rias-aumentam-os-conflitos-com-as-crian%C3%A7as-l%C3%A1-em-casa</guid><pubDate>Fri, 24 Aug 2018 22:43:42 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Se a sua resposta é sim, bem... se calhar está na altura de pensar nas seguintes questões:</div><div>- Sabe comunicar eficazmente com os seus filhos?</div><div>- Consegue atribuir-lhes tarefas e responsabilidades em função das idades, e eles cumprem?</div><div>- Tem uma relação pedagógica eficiente? </div><div>- Sabe gerir os conflitos e conhece as devidas estratégias para os responsabilizar?</div><div>- Enquanto casal e no papel de pais, estão de acordo quanto à forma de educar, ou muitas vezes &quot;andam à turra e à massa&quot;? </div><div>- Reconhecem a importância de estabelecer regras e limites na educação?</div><div>- Sabem promover um bom desenvolvimento psicológico e relacionamento afetivo infantil?</div><div>- E como promover e fomentar a autoestima nas crianças sem exageros?</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/b2e2c2_13e4d54f32d841f486576dbe9cc38601~mv2.jpg"/><div>Bem, se existem dúvidas, e bem sei que não há famílias perfeitas, a minha proposta é que nas sessões de educação parental tenham mais certezas, nesta missão tão difícil que é a educação e o equilíbrio para bom desenvolvimento psicológico. </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/b2e2c2_f0001e57e881434b89e620159d02f8f6~mv2.png"/><div>Para ajudar no imediato, apresento seguidamente algumas tarefas destinadas para as crianças com idades compreendidas entre os 8 e os 10 anos. </div><div>Da minha parte, obrigado desde já pela relação de confiança. Saudações Psicológicas </div><div>Rui Amorim</div><div>Psicólogo Clínico </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/b2e2c2_1d545daa992e4301af5138b193d1b275~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/b2e2c2_b22568ea65a74d06a642a7f66149ab00~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>A INFLUÊNCIA DOS ELOGIOS NO DESEMPENHO DAS CRIANÇAS</title><description><![CDATA[Os pais, regra geral têm tendência a elogiar os filhos pelos seus feitos. Tudo começa quando eles são até bem pequeninos, e fazem cocó sozinhos (sem bebé gel) aos 3 dias de gente: “Espetacular, conseguiu, logo se vê que é uma criança determinada”. Pronto! Começou a asneirada dos pais. Todos sabemos que os filhos, ao olhos dos pais, são perfeitos. Mas os pais estão a fazer uma perfeita idiotice quando elogiam excessivamente uma criança: 1º porque ela não é estúpida, sabe que a sua primeira letra<img src="http://static.wixstatic.com/media/b2e2c2_fd270fee108e40ee83a6e8a705c1ffc2%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_248/b2e2c2_fd270fee108e40ee83a6e8a705c1ffc2%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Dr. Rui Amorim - Psicólogo Clínico - Pós-graduado em Psicologia Forense -  Pós- graduado em Psicoterapia Cognitivo - Comportamental</dc:creator><link>https://www.psivalconsulting.com/single-post/2017/06/23/A-INFLU%C3%8ANCIA-DOS-ELOGIOS-NO-DESEMPENHO-DAS-CRIAN%C3%87AS</link><guid>https://www.psivalconsulting.com/single-post/2017/06/23/A-INFLU%C3%8ANCIA-DOS-ELOGIOS-NO-DESEMPENHO-DAS-CRIAN%C3%87AS</guid><pubDate>Fri, 23 Jun 2017 16:27:48 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Os pais, regra geral têm tendência a elogiar os filhos pelos seus feitos. Tudo começa quando eles são até bem pequeninos, e fazem cocó sozinhos (sem bebé gel) aos 3 dias de gente: “Espetacular, conseguiu, logo se vê que é uma criança determinada”. Pronto! Começou a asneirada dos pais. Todos sabemos que os filhos, ao olhos dos pais, são perfeitos. Mas os pais estão a fazer uma perfeita idiotice quando elogiam excessivamente uma criança: 1º porque ela não é estúpida, sabe que a sua primeira letra não foi fantástica, foi razoável. E se não se aperceber na altura do elogio, vai perceber quando escrever o alfabeto completo, voltar ao início do livro e se deparar com as suas primeiras palavras escritas; 2º porque estamos a abrir a porta à preguiça, e aos comportamentos inconvenientes.</div><div>Assim, há elogios positivos, que reforçam a auto-estima das crianças, fazendo com que queiram continuar a tentar realizar tarefas. Há outros que são ocos, superficiais e insignificantes que apenas afagam o ego dos pais que muitas vezes não despendem o tempo que queriam com os seus filhos, e elogiam-nos constantemente para reforçar algo que não sabem bem o que é.Todos nós erramos e no momento até nos podemos sentir bem, mas devemos saber que a longo prazo estamos a a fazer-lhes mal!</div><div>O Psicólogo e Mestre em Educação Marcos Meier, sobre “A Influência dos Elogios no Desempenho das Crianças e na Formação de Valores” documenta de forma muito interessante este tema.</div><div>“Recentemente, um grupo de crianças pequenas passou por um teste muito interessante.</div><div>Psicólogos propuseram uma tarefa de média dificuldade, para executarem, contudo, sem grandes problemas. Todas conseguiram terminar a tarefa depois de certo tempo. Em seguida, foram divididas em dois grupos.</div><div>• O grupo A foi elogiado quanto à inteligência: “Uau! Como és inteligente!”, “Como és esperto!”, “Que orgulho! És genial!”… E outros elogios relacionados à capacidade de cada criança.</div><div>• O grupo B foi elogiado quanto ao esforço: “Parabéns! gostei de ver o quanto você te dedicas-te nesta tarefa!”, “É muito bom ver o quanto você te esforças-te !”, “Tu és persistente! Tentou, tentou, até conseguir… Muito bem!” E outros elogios relacionados ao investimento realizado e não às capacidades percebidas na criança.</div><div> Depois dessa fase, uma nova tarefa de dificuldade equivalente à primeira foi proposta aos dois grupos de crianças. Aqui, elas podiam escolher se queriam ou não participar da mesma.</div><div> As respostas das crianças surpreenderam:</div><div>• A grande maioria das crianças do grupo A não participou. Não quiseram nem tentar.</div><div>• Por outro lado, as crianças do grupo B aceitaram o desafio e não recusaram a nova tarefa.</div><div>Mas porquê? Que a grande maioria das crianças do grupo A não participou e não quiseram nem tentar. E por outro lado, as crianças do grupo B aceitaram o desafio e não recusaram a nova tarefa.</div><div>A explicação é simples e ajuda-nos a compreender como elogiar nossos filhos e nossos alunos/educandos.<div> O ser humano foge de experiências que possam ser desagradáveis. A maioria das crianças, elogiadas apenas pela sua inteligência e esperteza, não quiseram arriscar a errar, pois o erro poderia modificar a imagem que os adultos tinham delas. Já as crianças elogiadas pelo seu esforço, dedicação à tarefa ou persistência, se dispuseram a tentar, porque independente do resultado da sua ação, a sua postura frente ao trabalho é que seria reconhecida.</div></div><div>Saudações Psicológicas</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/b2e2c2_fd270fee108e40ee83a6e8a705c1ffc2~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>GOSTO DE MIM</title><description><![CDATA[Ao longo dos últimos tempos, os investigadores clínicos e do desenvolvimento revelaram existirem associações entre os pensamentos que um individuo tem de si mesmo e uma série de estados emocionais, comportamentos ou mesmo perturbações psicológicas. Intui-se e enquadra-se também neste âmbito a definição de autoestima, pela implicação do valor que uma pessoa atribui aos diversos elementos do conceito que ela tem de si mesma, isto é, a componente avaliativa ou afetiva do auto conceito. Assim, a<img src="http://static.wixstatic.com/media/b2e2c2_914ed7e069394128b0a0510a686b2b3a.gif"/>]]></description><dc:creator>Dr. Rui Amorim - Psicólogo Clínico - Pós-graduado em Psicologia Forense -  Pós- graduado em Psicoterapia Cognitivo - Comportamental</dc:creator><link>https://www.psivalconsulting.com/single-post/2015/12/20/GOSTO-DE-MIM</link><guid>https://www.psivalconsulting.com/single-post/2015/12/20/GOSTO-DE-MIM</guid><pubDate>Sun, 20 Dec 2015 20:07:56 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/b2e2c2_914ed7e069394128b0a0510a686b2b3a.gif"/><div>Ao longo dos últimos tempos, os investigadores clínicos e do desenvolvimento revelaram existirem associações entre os pensamentos que um individuo tem de si mesmo e uma série de estados emocionais, comportamentos ou mesmo perturbações psicológicas. Intui-se e enquadra-se também neste âmbito a definição de autoestima, pela implicação do valor que uma pessoa atribui aos diversos elementos do conceito que ela tem de si mesma, isto é, a componente avaliativa ou afetiva do auto conceito. Assim, a autoestima, indica de forma direta como se a pessoa se sente em relação à perceção de si própria, reflete o nível de auto satisfação ou aceitação e relaciona-se com algumas imagens específicas que o sujeito identificará como desejáveis ou não desejáveis, com base na sua experiência, considerando-a como positiva ou negativa, aprovando-a ou rejeitando-a.</div><div>Então, qual é o significado de alta ou baixa autoestima?</div><div>Considera-se que ter uma alta autoestima, é ter uma visão saudável de si mesmo, é alguém que aceita de modo realista os seus defeitos sem adoptar uma postura excessivamente crítica, e, como tal avalia-se de forma positiva e está satisfeito com as suas atitudes. Note-se ainda, que sentir-se satisfeito de si mesmo, não quer dizer que não se deseje ser diferente em alguns aspetos, pelo contrário, uma pessoa com autoconfiança deseja melhorar as suas áreas insatisfatórias, incluindo quando se sente bem consigo mesmo ao conseguir determinados objetivos.</div><div>Ao invés, uma pessoa com baixa autoestima, apresenta-se pouco a pouco numa atitude positiva fictícia, numa intenção desesperada de apresentar aos outros – e a ela mesma – que é uma pessoa adequada, mas no fundo evidenciará o retraimento, o medo de se relacionar socialmente, teme a rejeição, apresenta insegurança e sente desconforto ou incapacidade para resolver os seus próprios problemas e tomar decisões concertadas.</div><div>Mas então como é que se constrói a autoestima e se pode avaliar por exemplo nos jovens?</div><div>Para esta pergunta não podemos deixar de pensar sadiamente no significado de autoconceito real e ideal, de personalidade e de família, isto é, a autoestima como estrutura integrante da personalidade, é também um reflexo do modelo social, do meio ambiente, da realidade adquirida nas etapas sucessivas da vida, nas experiências precoces do individuo, e, do impacto profundo (positivo) que o meio familiar deve produzir, construindo assim a confiança e o amor próprio.</div><div>Para se avaliar a autoestima com o público juvenil, deve-se abordar essencialmente cinco áreas designadamente a social, a académica, a familiar, a imagem corporal e autoestima global.</div><div>A área social, engloba os sentimentos da própria pessoa no relacionamento com os pares, se configura simpatia, se demonstra as suas ideias, se inclui em atividades, se adopta uma posição gratificante nas suas interações e alcança satisfatoriamente as necessidades sociais.</div><div>Na área académica, trata-se da avaliação no desempenho como estudante e não é simplesmente uma valoração da atitude e do êxito académico, pois todos os alunos poderão até ser destacados, mas sim, a decisão que cada um toma ao ajuizar se é suficientemente bom e se vai ao encontro dos modelos e expectativas implícitas na família, amigos e professores.</div><div>A autoestima familiar, reflete os próprios sentimentos como membro da família nuclear, se efetivamente se sente estimado, se sente seguro da afetividade e respeito que recebe dos pais/educadores e irmãos.</div><div>A imagem corporal, diz respeito à combinação do aspecto e das capacidades físicas, baseia-se na satisfação de como é e representa o seu corpo e geralmente do ponto de vista cultural e social, as raparigas têm vindo a expressar as suas maiores preocupações pela aparência física e os rapazes uma maior concentração nas habilidades atléticas.</div><div>Por último a auto estima global, constitui a avaliação própria de todas áreas, e resume-se na reflexão do resultado da discrepância entre a perceção própria (a visão objetiva) e o ideal de si mesmo (aquele que a pessoa valoriza e gostaria de ser), que na prática, uma grande discrepância produz uma baixa autoestima. Resta-me de momento apenas salientar, que felizmente a ciência designadamente a Psicologia Clínica se encarregou de estudar e experimentar intervenções potencialmente válidas, que constituem verdadeiras doses terapêuticas na melhoria deste processo. </div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Truques Para Deixar De Comprar De Maneira Compulsiva</title><description><![CDATA[Se em vez de adquirir coisas de que realmente precisa tem tendência a deitar fora dinheiro em compras irrefletidas, o plano de choque que se segue pode servir para travar esse hábito antes de vir a ter graves problemas financeiros e familiares: - Tenha consciência dos impulsos. - De cada vez que sentir um desejo irracional de comprar, procure recompensas alternativas como ler um bom livro, praticar desporto ou outra atividade lúdica. - Evite a ansiedade ou o vazio em si mesma. - Uma vez que a<img src="http://static.wixstatic.com/media/b2e2c2_a8d541b96bad4e1bb0373cd131056912.jpg"/>]]></description><dc:creator>Dr. Rui Amorim</dc:creator><link>https://www.psivalconsulting.com/single-post/2015/12/18/Truques-Para-Deixar-De-Comprar-De-Maneira-Compulsiva</link><guid>https://www.psivalconsulting.com/single-post/2015/12/18/Truques-Para-Deixar-De-Comprar-De-Maneira-Compulsiva</guid><pubDate>Fri, 18 Dec 2015 22:37:06 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Se em vez de adquirir coisas de que realmente precisa tem tendência a deitar fora dinheiro em compras irrefletidas, o plano de choque que se segue pode servir para travar esse hábito antes de vir a ter graves problemas financeiros e familiares:</div><div>- Tenha consciência dos impulsos.</div><div>- De cada vez que sentir um desejo irracional de comprar, procure recompensas alternativas como ler um bom livro, praticar desporto ou outra atividade lúdica.</div><div>- Evite a ansiedade ou o vazio em si mesma.</div><div>- Uma vez que a fonte da verdadeira satisfação está no seu interior, deve começar por cultivar o seu próprio potencial e a auto-estima.</div><div>- Elabore um orçamento que limite a despesa, o que vai ajudar a criar prioridades, limitando-se assim àquilo de que precisa em vez de colocar a sua economia em risco.</div><div>- Nunca fazer compras quando se sentir desanimada ou ao contrário, num momento de euforia.</div><div>- Por último evite fazer compras nos momentos de caos e pressa, como os saldos, uma vez que existe tendência a comprar coisas desnecessárias por causa do stresse. </div><div>Damos que pensar. www.psivalconsulting.com</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/b2e2c2_a8d541b96bad4e1bb0373cd131056912.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>ANDA TRISTE OU DEPRIMIDO?</title><description><![CDATA[A depressão é um dos problemas de saúde mental mais comuns. Pode fazer-nos sentir tristes, desesperados, inúteis e sem valor, desmotivados e exaustos. Pode afetar a nossa autoestima, o nosso sono, o apetite e o desejo sexual, podendo interferir com as nossas atividades diárias, e às vezes com a nossa saúde física. A depressão não é fita, nem força de vontade. Existem tratamentos eficazes para a depressão e a maior parte das pessoas recupera de episódios depressivos.<img src="http://static.wixstatic.com/media/b2e2c2_1c5671a76950465299e460c85f1d8f8d.gif"/>]]></description><dc:creator>Dr. Rui Amorim</dc:creator><link>https://www.psivalconsulting.com/single-post/2015/12/05/ANDA-TRISTE-OU-DEPRIMIDO</link><guid>https://www.psivalconsulting.com/single-post/2015/12/05/ANDA-TRISTE-OU-DEPRIMIDO</guid><pubDate>Sat, 05 Dec 2015 00:48:37 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/b2e2c2_1c5671a76950465299e460c85f1d8f8d.gif"/><div>A depressão é um dos problemas de saúde mental mais comuns. Pode fazer-nos sentir tristes, desesperados, inúteis e sem valor, desmotivados e exaustos. Pode afetar a nossa autoestima, o nosso sono, o apetite e o desejo sexual, podendo interferir com as nossas atividades diárias, e às vezes com a nossa saúde física. A depressão não é fita, nem força de vontade. Existem tratamentos eficazes para a depressão e a maior parte das pessoas recupera de episódios depressivos. </div></div>]]></content:encoded></item><item><title>VIVER (CON)VIDA</title><description><![CDATA[Ao pensarmos na palavra e no significado de vida, certamente que cada um de nós fará um juízo de valor, mediado operativamente pelas suas experiências pessoais e pensamentos, pelos contextos em que se inserem ou crescem, e, ainda, pelos seus valores, marcando profundamente uma identidade, personalidade e uma forma social de viver. É neste âmbito e sabendo hoje que são as crianças aquelas que mais sofrem com a forma de vida da nossa sociedade, pelo stresse, violência, negligência ou outros<img src="http://static.wixstatic.com/media/b2e2c2_068fef2393844d66878ff9f41364e3da.jpg"/>]]></description><link>https://www.psivalconsulting.com/single-post/2015/11/22/VIVER-CONVIDA</link><guid>https://www.psivalconsulting.com/single-post/2015/11/22/VIVER-CONVIDA</guid><pubDate>Sun, 22 Nov 2015 18:47:47 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/b2e2c2_068fef2393844d66878ff9f41364e3da.jpg"/><div>Ao pensarmos na palavra e no significado de vida, certamente que cada um de nós fará um juízo de valor, mediado operativamente pelas suas experiências pessoais e pensamentos, pelos contextos em que se inserem ou crescem, e, ainda, pelos seus valores, marcando profundamente uma identidade, personalidade e uma forma social de viver.</div><div>É neste âmbito e sabendo hoje que são as crianças aquelas que mais sofrem com a forma de vida da nossa sociedade, pelo stresse, violência, negligência ou outros fatores e consequentemente a sua vida futura será mais ou menos sadia ou até doentia, que devemos nós adultos e agentes cuidadores, pensar o quanto somos responsáveis pelo futuro delas e pela sua essência de ser.</div><div>Por vezes é doloroso observar crianças e mesmo adultos, a desperdiçarem oportunidades de vida ou vidas cheias de oportunidades, porque não conseguem psiquicamente vencer medos, conflitos, porque têm baixa auto-estima e auto- conceito negativo ou ainda por outros fatores patológicos bem diferenciados e distintos.</div><div>Encarar, reconhecer, esperar pela nossa melhor capacidade de resiliência e recorrer a ajuda, são sem dúvida passos a ter em conta, por forma a minimizar ou dissuadir problemas, para depois pensar, que devemos é agarrar as âncoras que nos prendem à vida, agradecer a oportunidade que nos foi dada e molda-la por forma a vive-la com toda a força e intensidade.</div><div>Psicólogo Clínico</div><div>Rui Amorim</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>21</title><description><![CDATA[<img src="http://static.wixstatic.com/media/b2e2c2_062c9c0729e443a39ed6a8aa331dc610.jpg"/>]]></description><link>https://www.psivalconsulting.com/single-post/2015/11/22/21</link><guid>https://www.psivalconsulting.com/single-post/2015/11/22/21</guid><pubDate>Sun, 22 Nov 2015 11:59:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/b2e2c2_062c9c0729e443a39ed6a8aa331dc610.jpg"/></div>]]></content:encoded></item></channel></rss>